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Call para as paredes!

Notas de uma menina que, por acaso, trabalha num call center

Call para as paredes!

Notas de uma menina que, por acaso, trabalha num call center

07
Nov14

Bibliografia da ó menina


'Call Center' de Henrique Manuel Bento Fialho

 

sinopse:

recolha de pequenas histórias, o narrador escuta personagens reclusas de um mundo burocrático.Call Center é o confessionário onde os paradoxos e as ambiguidades da sociedade de consumo encalham, libertando-se sob a forma prestidigitada do conto. O absurdo surge como solução possível para contradições insanáveis, vidas sem rumo, situações mais ou menos verosímeis que nos fazem crer ser inútil procurar outro sentido para a vida que não seja o de uma desconfiança permanente sobre o doméstico, a normalidade, o lógico.

 

aqui

 

 

Obrigada, pelo seu contacto!

06
Nov14

Acordo Ortográfico


Acho que o AO pecou ao não fazer cair o 'c' de técnico definitivamente. Tantos que são os portugueses que o crêem mudo.

 

- ó menina, o 'ténico' não veio mas está ali no café a beber cerveja. Os 'ténicos' são todos iguais...

- ó menina, o 'ténico' isto, o 'ténico' aquilo blablabla...

 

Obrigada pelo seu contacto!

 

 

05
Nov14

Cansam-me


 

Pessoas que 'contratularam' coisas e conjugam muitas vezes o verbo 'contratular' como se isso fosse o suficiente para terem razão. É que na sua maioria bastaria ler o 'contratulo' para perceberem que não têm razão alguma.

 

Obrigada pelo seu contacto!

 

 

04
Nov14

Quem sou eu e o que é isto


 

A ó menina é uma mulher real. Mesmo antes de passar horas no ginásio, spa e cabeleireiro, esforçando-se por deixar de ser um patinho feio desengonçado e ter oportunidade de desfilar numa passarela.

Ainda não está licenciada, para regozijo da Sra. d Merkel.

Trabalha muito e ganha pouco. Vai pagando as contas e às vezes também come.

Como nasceu atrasada uma geração, não tem as suas habilitações (frequência em 2 licenciaturas) reconhecidas. Usa as mesmas ferramentas de trabalho e com maior destreza que a geração anterior mas, caiu na precaridade dos esquemas de outsourcing e trabalho temporário montados pela geração anterior.

Trata questões de cerca de 80 clientes por dia que lhe ligam para o armazém, perdão armazém não, contact center . Não é um armazém porque a ó menina e os colegas não são coisas, são tratados como coisas mas, não são, são ‘Assistente de Relacionamento com o Cliente’ ... 

Na maioria das vezes em que o ‘Cliente’ a trata por ó menina pensa, Senhores na falta do que fazer não telefonem para cá, telefonem antes para as paredes! Pelo que resolveu expor esta sua inquietação e outras coisas várias num blog. Assim, nasceu o ‘Call, para as paredes!’

 

Obrigada pelo seu contacto!

 

 

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