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Ó Menina

Notas de uma menina que, por acaso, trabalha num call center

Ó Menina

Notas de uma menina que, por acaso, trabalha num call center

Ó Menina na Greve #4

ó menina, 31.10.19

Quando antecedendo uma greve do sector se solicita a uma idiota que fale em nome da Associação de Call Centers composta por empresas utilizadoras mas não proprietárias de Call Centers só pode sair asneira...

"A atual situação do setor não justifica uma greve", entende Ana Gonçalves. Os salários base brutos médios, diz, estão a subir: passaram de 769 euros em 2017 para 796 euros em 2018. E a remuneração variável (como prémios de qualidade, assiduidade e produtividade) vai de 9% a 26% desse valor.

Sónia Sousa, do Sindicato dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual, nega e assegura que a norma é o salário base ser igual ao mínimo nacional e que as componentes variáveis são atribuídas mediante objetivos "quase sempre inatingíveis". Além disso, afirma não haver progressões na carreira. "Trabalhei 15 anos na Manpower e ganhava tanto quanto alguém que tivesse acabado de entrar", exemplificou.

Quanto às condições de trabalho, o sindicato fala de cadeiras estragadas ou não reguláveis, má limpeza e ventilação ou auriculares danificados. Uma realidade negada por Ana Gonçalves, que fala de instalações modulares e ergonomicamente ajustadas. Em todo o caso, nas "situações pontuais que possam existir", "as pessoas deviam procurar outros sítios onde trabalhar, com condições melhores", afirma.

in jn.pt

 

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